Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar... Eu (re)começo agora a minha vida com Cristo ao meu lado e farei um novo fim, aquele que Deus quer para mim.
HEIS-ME AQUI SENHOR...
É sexta-feira. É dia de entrega. Total. Saberemos o que é dar a vida por alguém? Saberemos o que é alguém dar a vida por nós? Uma cruz. Uma morte. De alguém que merecia tudo menos morrer. Mas que foi até ao fim, porque da sua boca não podia sair um “Não”. Não dava para negar o que acontecia Nele, e o Pai havia de ser maior do que esta gente roída pelo pecado. Não ficou ressentido. Não. Pediu perdão por nós! “Eles não sabem o que fazem”. Não, não sabíamos… e queríamos matar o que não pode morrer.
À passagem dos 5 anos da tua morte, hoje te digo obrigada! E com saudade te peço que continues a interceder por cada um de nós junto do Pai e de Maria, nossa Mãe.
Esta quaresma eu percebi o que é realmente viver. Para mim viver é Cristo! E tenho a certeza que, depois de O ter experimentado, não quero outra vida senão esta, em que cada dia existe para o preencher de relações de amor fraterno.
Amor fraterno. É precisamente disto que quero falar hoje. Como sabemos, estamos no dia a que costumamos chamar “Quinta-Feira Santa”, em que comemoramos a Confiança extrema do nosso Mestre, Jesus. Ele que, em vez de fugir às autoridades, enfrenta o que vier, não sem antes tratar de se fazer eterno.
Se calhar é um pouco estranho isto que digo. Mas de facto Jesus fez-se eterno! Pela Última Ceia, Jesus fez-se presente para sempre neste Mundo!
Gostava de falar um pouco acerca disto. É que, às vezes, reparo que o sentido do “Fazei isto em memória de mim” se deturpou um pouco ao longo dos séculos.
Já ouvimos vezes sem conta: “O Senhor Jesus, na noite em que foi entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse: ‘Tomai e comei; isto é o meu corpo, que será entregue por vós; fazei isto em memória de mim’. Igualmente também, depois de ter ceado, tomou o cálice e disse: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; fazei isto em memória de mim todas as vezes que o beberdes” (1Cor 11,23´29).
Quando o escrevi, sabia muito bem o que estava a dizer. Mas já reparei que, quando as pessoas o ouvem, tendem a pensar que Jesus estava a dizer: “Rezai missas!”.
Não! Não é isso! Não é isso de todo! A Última Ceia significa muito mais do que isso!
Mas o que é o “isto” de que temos de fazer memória?
Eu explico: lembram-se de ouvir falar de um Jesus que se sentava à mesa com pecadores públicos e cobradores de impostos (Lc 15, 2)?
Pois bem. Realmente, as suas refeições com essa gente encurvada, os anawim, são um dos sinais mais fortes da proximidade do Reino anunciado por Jesus. Um Reino que cura, que gera perdão e amor fraterno entre as pessoas. Aquelas refeições são sinal do Reino de Deus a acontecer na história, não como uma realidade abstracta, que há-de vir, mas como algo concreto a acontecer na vida daquela gente!
Então, não nos podemos esquecer que a Última Ceia de Jesus é isso mesmo, a Última, não a única. Houve muitas outras antes! E por isso ela é como que uma síntese de todas as outras, que não pode terminar com a morte de Jesus!
Por isso “Fazei isto em memória de mim”. Continua o que eu fiz! Não deixem que isto acabe! Continua o Reino que eu fiz acontecer!
É isto que celebramos hoje. O Reino a acontecer, o Reino que nunca acaba. Hoje celebramos aquele dia em que Jesus depositou toda a sua Confiança e Esperança nos seus discípulos, homens que eram tudo menos perfeitos. E Ele sabia disso. E por isso mesmo, depositou o Reino, o seu tesouro, nas mãos deles. Agora era com eles. Agora é connosco. E é certo que a paixão pelo Reino não morreu. É certo que estamos aqui para continuá-la. É certo que Jesus tinha razão ao deixar a tarefa na mão de apaixonados.
Que estás ainda a fazer aí?
Vamos celebrar! Vamos fazer memória! Vamos fazer com que “isto” aconteça, e gritá-lo àqueles que ainda não sabem a Boa Notícia que trazemos no peito…
Vamos! Agora!
Hoje não é dia de palavras. É dia de silêncio, porque nenhuma palavra é capaz de descrever um Amor assim. Total, pleno. Maior do que nós, muito maior, ainda que nos ponhamos sempre nos píncaros.
É dia de sermos pequenos, uma vez na vida. É dia de nos pormos aos pés do nosso Mestre, de olhá-lo na cruz de madeira fria e de agradecer. Não que ele precise dos nossos jejuns, porque ama-nos acima do pecado todo que exista…
Mas precisamos de olhar para Ele e de dizer: “Obrigado, Mestre, pela entrega até às últimas consequências. Até à Morte.”.
Obrigado pelo Homem que foste, pela Pessoa que és. Guarda-nos em Ti.
Entremos no cortejo de ramos com Cristo, de palmas nas mãos, cantando hossanas. Entremos com ele na Semana Santa da nossa vida. Completemos em nós o que falta à Paixão de Cristo. Vamos todos atrás de Jesus. Vem da Sua pessoa o atractivo irresistível, que desperta renúncias e doação total. A sua entrega salvará o mundo. E a oferta da nossa vida também.
Agarremos a palma como motivo da nossa salvação.
A palma é símbolo do Cristão, daquele que se doa na Morte de Jesus Cristo.
Abracemos a palma como símbolo da nossa fé e da esperança que nos acompanha até à eternidade.
A bondade vai muito além de simplesmente fazer o bem; a bondade é o amor em acção. Ela é o fruto do Espírito Santo dentro de nós que se desenvolve através da prática. Ser uma pessoa boa é deixar o próprio Deus viver em nós e agir por nosso intermédio, pois só há um que é perfeitamente bom: O próprio Deus. Quando praticamos a bondade, isso pode tornar-se uma prática maravilhosa, servindo de exemplo para todos os que estão ao nosso redor. Praticamos a bondade através de palavras, gestos, atitudes, da alegria que estimula, do apoio na hora da dor, da atenção ao desprezado, quando consolamos o triste, enfim… Quando praticamos uma boa acção marcamos não somente a vida de alguém, mas também a nossa própria vida e isso sem esperar retribuição, pois é desta bondade que a Bíblia nos fala: a de dar, sem esperar receber nada em troca. Vivemos em um mundo cada vez mais egoísta, onde as pessoas vivem em função de si mesmas e, para alcançar os seus objectivos, fazem qualquer coisa. O egoísmo não permite que o ser humano pense no próximo, mas o veja como um concorrente. Estender a mão, ajudar e repartir são acções cada vez mais difíceis de ver nas pessoas. Porém, se analisarmos à luz da Palavra de Deus, tal comportamento é inaceitável. Jesus sempre nos ensinou a amar o próximo como a nós mesmos, a repartir, a doar-se para o bem de outrem. Deus não olha à quantidade e sim à qualidade do que fazemos. O importante para Ele é que venhamos a praticar a bondade, quer seja em coisas grandes ou pequenas, quer em gestos ou palavras, pois ao fazê-la mostramos o fruto do Espírito Santo que há em nós.
Estou a trabalhar na Missão de Caridade Samaritanos, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS nº 120/99 DR III Série, 5 de Janeiro 2000), onde ajudamos famílias pobres carenciadas com géneros alimentares todos os meses. Mães solteiras com enxovais, leites especiais para bebés recém-nascidos. Damos um grande apoio a deficientes motores, com cadeiras de rodas, camas articuladas, material ortopédico. Todas as noites saímos para a rua para apoiar os sem-abrigo com a distribuição de sopa, leite, pão e agasalhos. Temos ainda o Centro Reviver, onde apoiamos idosos em fase terminal, que estavam internados no Hospital Joaquim Urbano, que é um hospital de doenças infecto-contagiosas e que foram abandonados pelas famílias.
Neste momento, pelo Centro de Recuperação de Paralisia Cerebral de Coimbra, foi-nos feito um pedido muito urgente de uma cadeira de rodas ortopédica especial, para a pequena Beatriz Alexandra Pereira, uma criança de dois anos de idade e que é acompanhada por esse centro, por apresentar uma forma bilateral de paralisia cerebral. Actualmente, a criança não tem linguagem verbal, não se mantém de pé ou mesmo sentada sem apoio e depende totalmente de ajuda de adultos em todas as tarefas diárias. Esta deficiência trás implicações futuras que a cadeira ajuda a corrigir. Pelas características da sua grave patologia motora, a Beatriz necessita essencialmente neste momento da cadeira de transporte que para além do convivo familiar e no infantário, é também uma cadeira de apoio que lhe proporciona uma correcção na deformidade óssea que já sofre e previne as futuras deformidades que vão aparecendo com o crescimento da bebé. Os pais da Beatriz já solicitaram apoio junto da Segurança Social devido ao custo elevado da cadeira (2.179,54€) e dos baixos rendimentos do agregado familiar, mas foi-lhes recusado por falta de verbas do Estado. Todavia, a criança necessita com a máxima urgência desta ajuda técnica e por isso, foi apresentado no Gabinete de Acção Social dos Samaritanos um pedido de ajuda para ser possível o seu crescimento no seio familiar, social e escolar. É nosso objectivo auxiliar a Beatriz, adquirindo esta cadeira de transporte, contudo precisamos da colaboração de todos os particulares e empresas que possam tornar possível a criação desta nova realidade social positiva, contribuindo em verdadeiro espírito de família e solidariedade. Estarei durante as próximas semanas a contactar empresas e particulares por telefone. Caso estejam interessados em dar uma pequena ajuda, contribuindo para que esta bebé melhore sensivelmente a sua qualidade de vida, por favor, deixem o vosso número de telefone/telemóvel que eu vos contacto. Podem fazê-lo enviando para o meu email (vidasvivida@gmail.com), podem estar descansados que não o utilizarei que não seja para esse efeito.
Passamos recibo a partir de 5€ que dá para ser deduzido no IRS a 100% e no IRC a 140%, que cumpre os requisitos legais impostos pelo Artigo 62º nº6 alíneas a), e) e g) da Lei nº64-A/2008 de 31 de Dezembro. De acordo com as alterações introduzidas por esta Lei, a IPSS procederá também ao envio anual do Modelo 25 para as Finanças comunicando todos os donativos recebidos.
Se decidirem ajudar, contribuindo com o pouco que seja, pois “grão a grão enche a galinha o papo”, deixando o número de telefone/telemóvel no meu email, ao contactar vos necessitarei do vosso número de contribuinte particular ou da empresa; do vosso nome completo (ou o nome de quem querem que o recibo seja passado) caso sejam particulares, caso seja empresa terá que ser o nome da empresa; da morada particular ou da empresa; terei que colocar o vosso nº de telefone/telemóvel na ficha de doador (mas será unicamente utilizado pelos Samaritanos); da morada onde querem que se vá buscar o donativo, isto porque temos voluntários por todas as zonas e departamentos que vão pessoalmente e identificados levantar os donativos e levam já o recibo com todos os dados computorizado, uma vez que como instituição séria e credível não podemos passar recibo à mão.
Podem confirmar a veracidade do que aqui está escrito em:
www.samaritanos-mc.pt
Na Segurança Social - IPSS nº 120/99 DR III Série, 5 de Janeiro 2000
Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral de Coimbra - Rua Garcia d'Orta – Vale das Flores 3030-188 COIMBRA geral@apc-coimbra.org.pt Telefone: 239 792 120 Fax: 239 792 129
Apesar de neste momento ser prioritária a ajuda à pequena Beatriz monetariamente, uma vez que somos uma IPSS e não temos qualquer ajuda por parte do Estado, a Instituição Samaritanos aceita qualquer donativo desde géneros alimentares, medicamentos, vestuário, calçado, livros, brinquedos, mobílias, etc…
A par da angariação de fundos monetários para a cadeira de rodas ortopédica especial, sensibilizamos também as pessoas ao longo de todo o ano a contribuírem monetariamente para toda a ajuda aos pobres, às mães solteiras, aos sem-abrigo e idosos que vamos ajudando. Do fundo do coração vos peço que nos ajudem! Todos podemos marcar a diferença, fazendo deste mundo um mundo melhor.
UM POUCO DE NÓS SIGNIFICA MUITO PARA ALGUÉM QUE TEM TÃO POUCO OU MESMO NADA…
Se conhecerem outras pessoas que queiram contribuir e ajudar deixem o número de telefone. Quantas mais pessoas ajudarem melhor!
Nesta terceira etapa da caminhada para a Páscoa somos chamados, mais uma vez, a repensar a nossa existência. O tema fundamental da liturgia de hoje é a “conversão”. Com este tema enlaça-se o da “libertação”: o Deus libertador propõe-nos a transformação em homens novos, livres da escravidão do egoísmo e do pecado, para que em nós se manifeste a vida em plenitude, a vida de Deus.
A primeira leitura Ex 3, 1-8a.13-15 fala-nos do Deus que não suporta as injustiças e as arbitrariedades e que está sempre presente naqueles que lutam pela libertação. É esse Deus libertador que exige de nós uma luta permanente contra tudo aquilo que nos escraviza e que impede a manifestação da vida plena.
A segunda leitura1 Cor 10, 1-6.10-12 avisa-nos que o cumprimento de ritos externos e vazios não é importante; o que é importante é a adesão verdadeira a Deus, a vontade de aceitar a sua proposta de salvação e de viver com ele numa comunhão íntima.
O EvangelhoLc 13, 1-9 contém um convite a uma transformação radical da existência, a uma mudança de mentalidade, a um re-centrar a vida de forma que Deus e os seus valores passem a ser a nossa prioridade fundamental. Se isso não acontecer, diz Jesus, a nossa vida será cada vez mais controlada pelo egoísmo que leva à morte. (in Dehonianos)
Aproximavam-se dele todos os cobradores de impostos e pecadores para o ouvirem. Mas os fariseus e os doutores da Lei murmuravam entre si, dizendo: «Este acolhe os pecadores e come com eles.» Jesus propôs-lhes, então, esta parábola: Disse ainda: «Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: 'Pai, dá-me a parte dos bens que me corresponde.' E o pai repartiu os bens entre os dois. Poucos dias depois, o filho mais novo, juntando tudo, partiu para uma terra longínqua e por lá esbanjou tudo quanto possuía, numa vida desregrada. Depois de gastar tudo, houve grande fome nesse país e ele começou a passar privações. Então, foi colocar-se ao serviço de um dos habitantes daquela terra, o qual o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. E, caindo em si, disse: 'Quantos jornaleiros de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e vou dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus jornaleiros.' E, levantando-se, foi ter com o pai. Quando ainda estava longe, o pai viu-o e, enchendo-se de compaixão, correu a lançar-se-lhe ao pescoço e cobriu-o de beijos. O filho disse-lhe: 'Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho.' Mas o pai disse aos seus servos: 'Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha; dai-lhe um anel para o dedo e sandálias para os pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o; vamos fazer um banquete e alegrar-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi encontrado.' E a festa principiou. Ora, o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se de casa ouviu a música e as danças. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. Disse-lhe ele: 'O teu irmão voltou e o teu pai matou o vitelo gordo, porque chegou são e salvo.' Encolerizado, não queria entrar; mas o seu pai, saindo, suplicava-lhe que entrasse. Respondendo ao pai, disse-lhe: 'Há já tantos anos que te sirvo sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos; e agora, ao chegar esse teu filho, que gastou os teus bens com meretrizes, mataste-lhe o vitelo gordo.' O pai respondeu-lhe: 'Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; estava perdido e foi encontrado.»
ACOLHENDO A PALAVRA COM A ALEGRIA DO ESPÍRITO SANTO! A PALAVRA ANUNCIA A SALVAÇÃO. A SALVAÇÃO NÃO É OFERECIDA, É PROMETIDA. QUANDO SOMOS BAPTIZADOS TEMOS A GARANTIA QUE CRISTO MORREU E RESSUSCITOU PARA NOS SALVAR.
Senhor Deus, dono do tempo e da eternidade, Teu é o hoje e o amanhã, o passado e o futuro. Entrego em Tuas doces mãos tudo o que sou... os meu impossíveis, os meus nadas, para ser tudo em Ti. Tu estás comigo Senhor, estás dentro de mim, só por Ti existo. Saboreio a Tua presença que dá vida ao meu corpo, ao meu espírito, ao meu coração e a toda a minha vida.
Nesta Primeira semana da Quaresma de rezo:
Amigo Jesus, Tu, que venceste as tentações, Tu me ensinas, com a tua vida, no caminho para a cruz, Que posso sempre confiar no Pai do Céu que nos dá Vida, Pois «nem só de pão vive o homem». Eu acredito em Ti, Jesus, mas aumenta a minha fé!
Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço toda a vós, e em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro neste dia e para sempre, os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser. E porque assim sou vossa, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como propriedade vossa. Lembrai-vos que vos pertenço, terna Mãe, Senhora nossa. Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria vossa.
Rezar o Terço
Oração Diária Online
Pára um momento...
Um Milhão de Terços Diários por Portugal
Passo a Rezar
Paróquias de Braga
Pensamentos...
"O Senhor é meu pastor nada me falta. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me às águas refrescantes e reconforta a minha alma..." Salmo 22(23)
"A Paz que procuramos está muitas vezes no silêncio que não fazemos!"
Não precisamos de ser bons para começar, precisamos de começar para seremos bons!
"A verdadeira solidariedade começa onde não se espera nada em troca." Saint Exupery
Acho que sou bastante forte para sair de todas as situações em que entrei, embora tenha sido suficientemente fraca para entrar.
"Temos que ir à procura das pessoas, porque podem ter fome de pão ou de amizade." Madre Teresa de Calcutá
Viver a vida... Recomeçar...
A resposta a todas as tuas perguntas estão dentro de ti, por isso não perguntes, responde simplesmente.
A vida e uma sucessão de quedas e vitorias, momentos bons em oposição a outros tão amargos e quem tentar encontrar um atalho vai desiludir-se. Não há atalhos para a vida e, nem para aquilo que ela nos quer ensinar. A vida e um caminho com algumas surpresas e uns quantos buracos, mas ainda assim temos o direito de fazer escolhas e a oportunidade de operar mudanças para conseguirmos superarmo-nos e irmos alem das nossas fraquezas. O Apostolo S. Paulo disse: "Posso todas as coisas, mas nem todas as coisas me convêm. Posso todas as coisas, mas não me deixarei dominar por nenhuma delas."
vidasvivida@gmail.com