31/03/2011

AS ROSAS



Um certo homem plantou uma rosa e passou e regá-la constantemente e antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou:
"Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"Entristecido por esse pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
É assim com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas. Alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor, olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostramos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

(desconheço o autor)

Então, vamos olhar as rosas, e cuidar delas, apesar de todos os espinhos.

28/03/2011

A TI MEU DEUS




A Ti meu Deus
elevo o meu coração,
Elevo as minhas mãos,
meu olhar,minha voz.

A Ti meu Deus  eu quero oferecer
meus passos e meu viver,
Meus caminhos,meu sofrer

A Tua ternura Senhor vem me abraçar
E a Tua bondade infinita me perdoar
Vou ser o teu seguidor e te dar o meu coração
Eu quero sentir o calor de tuas mãos.

A Ti  meu Deus
que és bom e que tens amor
ao pobre,ao sofredor
vos servir,esperar

Em Ti Senhor
humildes se alegrarão
cantando a nossa canção
de esperança e de paz.

04/03/2011

O SILÊNCIO DE DEUS

UMA ANTIGA LENDA NORUEGUESA NARRA O SEGUINTE EPISÓDIO DE UM HOMEM CHAMADO HAAKON, QUE CUIDAVA DE UMA ERMIDA À QUAL MUITA GENTE IA ORAR COM DEVOÇÃO.
NESTA ERMITA HAVIA UMA CRUZ MUITO ANTIGA, E MUITOS VINHAM ALI PARA PEDIR A DEUS QUE FIZESSE ALGUM MILAGRE.
CERTO DIA, O ERMITA HAAKON QUIS TAMBÉM PEDIR-LHE UM FAVOR. IMPULSIONAVA-O UM SENTIMENTO GENEROSO. AJOELHOU-SE DIANTE DA CRUZ E DISSE:
- SENHOR, QUERO PADECER POR VÓS. DEIXA-ME OCUPAR O VOSSO LUGAR. QUERO SUBSTITUIR-VOS NA CRUZ. E PERMANECEU COM O OLHAR PENDENTE DA CRUZ, COMO QUEM ESPERA UMA RESPOSTA.
O SENHOR ABRIU OS LÁBIOS E FALOU. AS SUAS PALAVRAS CAÍAM DO ALTO, SUSSURANTES E ADMOESTADORES:
- MEU SERVO, ATENDO O TEU DESEJO, MAS COM UMA CONDIÇÃO.
- QUAL É, SENHOR? – PERGUNTOU COM ACENTO SUPLICANTE HAAKON. É UMA CONDIÇÃO DIFÍCIL? ESTOU DISPOSTO A CUMPRI-LA COM A VOSSA AJUDA!
- ESCUTA-ME: ACONTEÇA O QUE ACONTECER, E VEJAS O QUE VIRES, DEVES GUARDAR SEMPRE O SILÊNCIO.
HAAKON RESPONDEU:
- PROMETO-O SENHOR!
E FIZERAM A TROCA SEM QUE NINGUÉM O PERCEBESSE. NINGUÉM RECONHECEU O ERMITA PENDENTE DA CRUZ; QUANTO AO SENHOR, OCUPAVA O LUGAR DE HAAKON.
DURANTE MUITO TEMPO, HAAKON CONSEGUIU CUMPRIR O SEU COMPROMISSO, E NÃO DISSE NADA A NINGUÉM. MAS CERTO DIA CHEGOU UM RICO. DEPOIS DE ORAR, DEIXOU ALI ESQUECIDA A SUA BOLSA. HAAKON VIU-O E NÃO DISSE NADA. TAMBÉM NÃO DISSE NADA QUANDO UM POBRE, QUE VEIO DUAS HORAS MAIS TARDE, SE APROPRIOU DA BOLSA DO RICO. E TAMBÉM MANTEVE SILÊNCIO QUANDO UM RAPAZ SE PROSTROU DIANTE DELE, POUCO DEPOIS, PARA LHE PEDIR A SUA GRAÇA ANTES DE EMPREENDER UMA LONGA VIAGEM.
NESSE MOMENTO, PORÉM, O RICO VOLTOU A ENTRAR, EM BUSCA DA BOLSA. COMO NÃO A ENCONTRASSE, PENSOU QUE O RAPAZ SE TERIA APROPRIADO DELA. VOLTOU-SE PARA ELE E INTERPELOU-O COM RAIVA:
- DÁ-ME A BOLSA QUE ME ROUBASTE!
O JOVEM, SURPREENDIDO, REPLICOU-LHE:
- NÃO ROUBEI NENHUMA BOLSA!
- NÃO MINTAS; DEVOLVE-MA JÁ!
- REPITO QUE NÃO PEGUEI EM NENHUMA BOLSA!
O RICO ARREMETEU, FURIOSA, CONTRA ELE.
SOOU ENTÃO UMA VOZ FORTE:
-PÁRA!
O RICO OLHOU PARA CIMA E VIU QUE A IMAGEM LHE FALAVA. HAAKON, QUE NÃO CONSEGUIU PERMANECER EM SILÊNCIO PERANTE AQUELA INJUSTIÇA, GRITOU-LHE, DEFENDEU O JOVEM E CENSUROU O RICO PELA FALSA ACUSAÇÃO. ESTE FICOU ANIQUILADO E SAIU DA ERMIDA. E O JOVEM SAIU TAMBÉM PORQUE TINHA PRESSA DE EMPREENDER A SUA VIAGEM.
QUANDO A ERMIDA FICOU VAZIA, CRISTO DIRIGIU-SE AO SEU SERVO E DISSE-LHE:
- DESCE DA CRUZ. NÃO SERVES PARA OCUPAR O MEU LUGAR. NÃO SOUBESTE GUARDAR SILÊNCIO.
- MAS, SENHOR, COMO PODIA EU PERMITIR AQUELA INJUSTIÇA?
TROCARAM DE LUGAR: CRISTO VOLTOU A OCUPAR A CRUZ, E O ERMITA PERMANECEU DIANTE DELA.
O SENHOR CONTINUOU A FALAR-LHE:
- TU NÃO SABIAS QUE ERA CONVENIENTE PARA O RICO PERDER A BOLSA, POIS TRAZIA NELA O PREÇO DA VIRGINDADE DE UMA JOVEM. O POBRE, PELO CONTRÁRIO, TINHA NECESSIDADE DAQUELE DINHEIRO. QUANTO AO RAPAZ QUE IA RECEBER OS GOLPES E FICAR MAGOADO, AS FERIDAS TÊ-LO-IAM IMPEDIDO DE FAZER A VIAGEM QUE, PARA ELE, FOI FATAL: O SEU BARCO ACABA DE AFUNDAR-SE HÁ POUCOS MINUTOS, E ELE MORREU AFOGADO.
TU TAMBÉM NÃO SABIAS ISTO MAS EU SIM. E POR ISSO ME CALO. E O SENHOR TORNOU A GUARDAR SILÊNCIO.
MUITAS VEZES NOS PERGUNTAMOS POR QUE NÃO NOS RESPONDE DEUS; PORQUE SE CALA DEUS?
MUITOS DE NÓS GOSTARÍAMOS QUE ELE NOS DISSESSE O QUE DESEJAMOS OUVIR, MAS ELE NÃO O FAZ: RESPONDE-NOS COM O SILÊNCIO. DEVERÍAMOS APRENDER A ESCUTAR ESSE SILÊNCIO.
O DIVINO SILÊNCIO É UMA PALAVRA DESTINADA A CONVERCER-NOS DE QUE ELE, SIM, SABE O QUE FAZ. COM O SEU SILÊNCIO, DIZ-NOS CARINHOSAMENTE:
- CONFIA EM MIM. SEI O QUE É PRECISO FAZER!

AUTOR DESCONHECIDO
ADAPTAÇÃO DE D.N.M.
REVISTA: VIDA CRISTÃ

16/01/2011

COMO SÃO BELOS



PARA QUE POSSAMOS ANUNCIAR A PAZ, O CRISTO NASCIDO,MORTO E RESSUSCITADO NECESSITAMOS DE NOS ENTREGAR VERDADEIRAMENTE... DEIXAR TUDO E IR, SEM MEDO, NEM VERGONHA...
SÓ PRECISAMOS DE LEVAR A PALAVRA QUE DEUS E JESUS NOS DEIXARAM... AMOR PELOS IRMÃOS E PAZ NO CORAÇÃO...
SABER QUE PELAS NOSSAS FORÇAS NADA SOMOS, MAS COM A COMPANHIA DE DEUS... JESUS E MARIA SOMOS TUDO!!!

27/12/2010

SOMOS UM.....

SOMOS UM

sol     si-                  mi-
Ao passar a vida, eu sei,
                ré          dó                sol
Que nem tudo vai ser como sonhei
          si-                 mi-
Ter caminho p’ra fazer
          ré                  dó                      sol
E um Plano, sem saber ser “Mais alguém”.
                               lá-             fá            dó
E vais ver, vais sentir, não precisas desistir
                sol         dó              ré
Quando a Vida te pára e diz “Não!”
                sol              lá-               fá                       dó
Pois Eu estou junto a ti, dou-te a Força que há em Mim
         Sol                  Ré             Sol
Tu és mais do que “um só”: somos Um!
                                          dó        ré
Somos Um, somos Um… somos Um
sol                                     dó       ré    sol
Somos Um, somos Um… somos Um    
          si-               mi-
Posso ser igual a mim
          ré             dó               sol
Ou terei de desistir de ser assim?
        si-              mi-
Confiar no coração?
            ré              dó                    sol
Ou no plano que Deus tem para mim?
                                          lá-              fá                    dó
Mesmo os que aqui não estão, de ti esperam, com razão
      sol             dó          ré
teu Rumo tu estás a traçar
              sol                  lá-                    fá                      dó
Seres alguém, seres feliz, porque “Alguém” assim o quis
                  sol            ré             sol
Seres um “mais” para ti: somos Um!

Somos Um, somos Um… somos Um
sol                                     dó       ré    sol
Somos Um, somos Um… somos Um
                             lá-               fá            dó
Somos Um, eu e Tu, como a Terra e o Céu
  sol         dó              ré
Unidos pelo mesmo Sol
       sol            lá-         fá                  dó
E de ti vais colher o orgulho de crescer…
      sol                   ré                           sol
E sorrires quando vires que somos…  Um!

21/12/2010

NATAL DE 1979


 Mãe vem cá. Diz-nos se não temos razão:
- Este ano não temos Natal, pois não? Não nos podemos juntar todos como antigamente. Só quando toda a família se junta é que é Natal.
- Estão muito enganados, meus filhos. Natal não é uma Festa igual às outras: luz, sinos, música, barulho, receber e dar prendas. Não é uma festa exterior. É sobretudo, uma festa interior. O nosso coração é que tem que mudar, nós é que nos temos que dar, tal como fez Jesus. Temos que nos esquecer de nós, fazer vista grossa aos nossos desejos e debruçarmos-nos sobre os outros, vendo neles Jesus que vai nascer. Só assim poderá haver Natal. Deixem Deus amar-vos e amar os outros através do vosso amor. É isso o Verdadeiro Natal.
Ângela, rapariguita dos seus 14 anos, cheia de vida, cheia de contradições, querendo, mas também não querendo, ávida de tudo quanto a vida lhe possa proporcionar, parecendo até extremamente egoísta, ao ouvir o que a Mãe dissera sentiu que algo tinha sido tocado dentro dela. Revolta-se! Não, não acredito. Isto é só para nos tapar os olhos. Não é do nosso tempo, não sente como nós os jovens. Agora para mim quero tudo, tudo. Pela sua cabeça passaram dezenas de coisas que sonhava ter: vestidos, meias, um relógio de pulso. Que sonhou ela! Andou nisto vários dias. Depois foi vencida por uma ideia que dentro dela germinou. Abriu os olhos e olhou à sua volta. A irmãzita mais nova precisava de um casaco, umas botas, pois o frio começava a apertar e os pais não tinham possibilidade de lhos dar tão cedo. No pouco que conseguira amealhar não tocaria e iria oferecer-se para fazer pequenos trabalhos pela vizinhança. Assim aumentaria o que tinha amealhado, podendo então, comprar uma das coisas de que a irmã necessitava.
(- Custa-me tanto, tanto lavar a louça com este frio e com as mãos como as tenho. Mas só assim poderei Viver este Natal).
(- Custa-me tanto aturar estes miúdos sem perder a cabeça e dar-lhe uns tabefes. Mas só assim, sentirei este Natal).
(- Custa-me tanto prestar atenção a esta senhora tão velhinha, repetindo-se tantas vezes. Mas só assim poderei preparar-me para este Natal).
(- Custa-me tanto fazer estas bainhas e chulear estas saias. Mas só assim poderei viver intensamente este Natal).
Uma tarde foi apanhada por um repórter. - Diz-me lá o que é para ti o Natal?
- É dar-me.
- Que queres dizer com isso?
- É fazer alguma coisa pelos outros, vendo neles Jesus.
- Obrigado.
E o repórter ficou a pensar quão fácil era dizer e quão difícil era fazer. No entanto, as respostas de Ângela não lhe saiam do pensamento, perseguiam-no até. Começou a indagar tudo o que dizia respeito a Ângela. Ficou deveras admirado ao saber do muito que Ângela fazia em relação aos outros. Naquele bairro, todos estimavam deveras Ângela. A todos ela ajudava, sempre sorridente, bem-disposta, sem nunca se cansar, sem nunca pensar nela.
Uma noite, regressado do jornal, já deitado, interrogou-se: - O que é o Natal para mim? Uma simples festa, onde só conta o exterior. Procurou lugares onde há muito de tudo o que não conta: barulho, vinho, jogos, mulheres. É aí que gasto tudo o que tenho. Nunca a solidão lhe foi tão pesada. Julgou abafar. Há quanto tempo não entro numa Igreja, não louvo o Senhor? Começou a formar-se-lhe uma ideia. – Não, assim não. O que se passará comigo. Como vou ser gozado pelos meus colegas. Querem lá ver que agora “serei a ovelha perdida que volta ao redil?”
Véspera de Natal. Muitas lojas visitou ele. E que prendas lindas comprou. Que leve se sentiu e que alegria! Sentia-se outro, muito diferente, muito melhor.
Não seriam ainda 23 horas e já estava com o carro estacionado em frente da casa de Ângela, aguardando. Viu-os sair de casa e seguiu aquela família, que lhe parecia tão unida, onde reinava o verdadeiro amor. De longe, mesmo ao fundo da Igreja, participou na Missa. Toda a sua vida lhe passou pela mente. Havia coisas boas, mas havia-as também tão más! Mas, o Senhor é Pai, desde que eu queira.
Saiu primeiro e esperou pela família de Ângela à porta de casa. Ângela reconheceu-o, dizendo aos pais que iriam com certeza ser entrevistados. O repórter apresentou-se como amigo, como alguém que pensa nos outros como Irmãos. Estou em dívida para contigo, Amiguinha, pois com as respostas que me deste e com o que verifiquei a teu respeito, fizeste-me dar uma grande reviravolta. Não levem a mal, mas desejo compartilhar convosco o meu Natal. Vão entrando, pois esqueci-me de algo no carro. Quando entrou na sala – onde havia um lindo presépio, uma pequena árvore de Natal e uma modesta ceia – estava Ângela a entregar lembranças aos pais e aos irmãos. Coisas muito simples: um lencinho para o pai limpar os óculos, uma pega para a mãe não queimar as mãos, brinquedos de feira para os irmãos. Só para a mais pequenina tinha comprado umas botinhas, gastando todas as economias. Nem sequer tinha pensado nela, mas que alegria sentia ao ver os outros felizes!
O repórter entrou nesta altura, com os braços cheios de embrulhos, que foi distribuindo por cada um dos membros daquela família.
Na sala reinou a confusão por instantes, pois ninguém compreendia bem o que se estava a passar. Até a mesa parecia diferente, pois estava cheia de coisas boas.
Ângela foi a última a abrir o presente. Quase perdeu a fala. Quando voltou a si e conseguiu falar disse: - Houve engano, isto não pode ser para mim.
- Escolhi-o para ti.
- Mas, como soube que era isto que eu tanto desejava?
- Vi-te, uma vez especada numa montra, olhando para muitos relógios expostos. Escolhi o que me pareceu ser mais bonito.
Ângela, espontaneamente, abeirou-se dele e beijo-o com toda a ternura do seu coração jovem.
Que belo Natal aquele! Pareceu-lhe o melhor das suas vidas.
Porquê?
Porque afinal o Natal é a mais bela Aventura de todos os tempos: A Aventura do Amor de Deus que fez de nós seus Filhos e nos manda que nos amemos uns aos outros.


Este, foi o primeiro Natal, que passámos longe de todo o resto da família, o primeiro Natal em Portugal, em Braga. Tinta e um anos passaram…
É uma história real (claro que também tem alguma ficção - o
 repórter). São "pedaços” de recordações que guardo no meu coração...

17/12/2010


PORQUE SÓ ELE É CAMINHO, VERDADE E VIDA!!!!
PORQUE ELE É O MELHOR E ÚNICO AMIGO, QUE JAMAIS NOS ABANDONA!!!
QUE NOS PEGA AO COLO E NOS LEVA NOS BRAÇOS!!

14/12/2010

ADVENTO=CHEGADA



O EMANUEL ESTÁ A CHEGAR...
PREPAREMOS O CAMINHO PARA O RECEBER...

É TEMPO DE ACOLHER, ABRIR OS BRAÇOS...
É TEMPO CONCRETO QUE CADA UM DE NÓS VIVE...
É TEMPO DE ESCUTAR...
DE ABRAÇAR O IRMÃO...
DE VIGIAR...
É TEMPO DE NOS PERGUNTARMOS HÁ QUANTOS ANOS, OU HÁ QUANTOS LONGOS MESES DESISTIMOS DE RENASCER OU DE RECOMEÇAR????
É TEMPO DE DESAFIOS...
DE MISSÃO...

A NOSSA HISTÓRIA PESSOAL PODE SER O LUGAR ONDE SE REALIZA E SE REVELA A SALVAÇÃO DE DEUS... É NO "JÁ" DA NOSSA DE CRENTES QUE VIVEMOS A SALVAÇÃO E É NO "AINDA NÃO" QUE SENTIMOS AS NOSSAS DIFICULDADES E DEFICIENCIAS PARA PODERMOS DIZER: "SOU CRISTÃO CATÓLICO!"
O NOSSO TEMPO, NÃO É O TEMPO DE DEUS... O QUE NÓS QUEREMOS, TALVEZ NÃO SEJA O QUE DEUS QUER PARA NÓS...
É TEMPO DE DEIXAR QUE DEUS NOS FALE E QUE NÓS O SAIBAMOS ESCUTAR...
SEJAMOS COMO O CEGO DO CAMINHO QUE GRITA COM FÉ: "CRISTO, FILHO DE DAVID, TEM PIEDADE DE MIM...!"
NÃO DEIXEMOS QUE O MENINO QUE QUER NASCER NO NOSSO CORAÇÃO, PASSE AO LADO...
ESTEJAMOS ATENTOS E PREPARADOS...

13/12/2010

NADA É POR ACASO...


NADA ACONTECE POR ACASO!
MEU DEUS, ANTES DE ME DEITAR, VENHO AGRADECER-TE O QUE HOJE FIZESTE COMIGO! QUEM COLOCASTE NO MEU CAMINHO...
NO MOMENTO CERTO...
SÓ TU SENHOR, MEU DEUS E MEU REI, PARA SABERES O QUE EU PRECISO.
OBRIGADA!

06/10/2010

NINGUÉM TE AMA COMO EU...

NÃO HÁ PALAVRAS... APENAS SILÊNCIO... E NO SILÊNCIO A ORAÇÃO, O AGRADECIMENTO AO SENHOR POR TÃO GRANDE PROVA DE AMOR QUE DEU AO MUNDO... QUE MAIS QUEREMOS PARA O SEGUIR???? QUE MAIS QUEREMOS PARA O ANUNCIAR????

SENHOR, OBRIGADA!!!!! OBRIGADA PELO TEU AMOR...
OBRIGADA POR SEGUNDO DE VIDA QUE ME DÁS...
OBRIGADA PELAS MARAV...ILHAS QUE OPERAS EM MIM...
PEÇO-TE, SENHOR, QUE ME AJUDES A AMAR O OUTRO...
PEÇO-TE FORÇA PARA TODOS OS IRMÃOS QUE SOFREM...
PEÇO-TE LUZ PARA OS QUE AINDA NÃO TE ENCONTRARAM...
PEÇO-TE PACIÊNCIA E PERDÃO POR TODOS OS QUE TE NEGAM...
AJUDA-ME, SENHOR, A AMAR-TE COMO ME AMAS A MIM...
OBRIGADA, MEU SENHOR!!!







19/09/2010

À PROCURA



O meu canto de louvor
É para Ti neste dia
Que mais uma vez amanheceu!
A minha vida tem sido
Um caminho de procura
Eu procuro-Te a Ti
Que és meu Senhor!
Tantas vezes eu Te nego
Como fez o Teu amigo
Mas, Tu sem eu pedir
Dás-me logo o Teu perdão!
Tantas vezes eu duvido
E procuro outros caminhos
Mas, Tu segues ao meu lado
Quando estou na escuridão!
Quantas vezes na alegria
Me esqueci de agradecer-Te
E Tu nem por isso deixasTe
De me estender a Tua mão!
Na estrada da minha vida
Tens estado sempre presente
E eu que ando à procura
Raramente me recordo
Que Tu estás sempre
Onde está o meu irmão!!

10/09/2010

S. Lucas 6,39-42

Jesus disse-lhes ainda esta parábola: «Um cego pode guiar outro cego? Não cairão os dois nalguma cova? Não está o discípulo acima do mestre, mas o discípulo bem formado será como o mestre. Porque reparas no argueiro que está na vista do teu irmão, e não reparas na trave que está na tua própria vista? Como podes dizer ao teu irmão: 'Irmão, deixa-me tirar o argueiro da tua vista', tu que não vês a trave que está na tua? Hipócrita, tira primeiro a trave da tua vista e, então, verás para tirar o argueiro da vista do teu irmão.»

Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (África do Norte) e Doutor da Igreja
Explicação do Sermão da montanha, 19 (a partir da trad. DDB 1978, p.134)

«O argueiro e a trave»


«Como podes dizer ao teu irmão: 'Irmão, deixa-me tirar o argueiro da tua vista', tu que não vês a trave que está na tua? Hipócrita, tira primeiro a trave da tua vista e, então, verás para tirar o arqueiro da vista do teu irmão». Quer isto dizer: afasta primeiro, para longe de ti, o ódio: poderás então corrigir aquele a quem amas. E Ele diz «hipócrita» justamente. Censurar os vícios deve ser a atitude própria dos homens justos e bondosos. Ao fazê-lo, os homens maus usurpam um papel; fazem lembrar comediantes que escondem por detrás de uma máscara a sua identidade [...].


Quando tivermos de censurar ou corrigir, façamos com escrupulosa preocupação esta pergunta a nós próprios: será que nunca cometemos esse erro? E ficámos curados dele? Mesmo se nunca o tivermos cometido, lembremo-nos de que somos humanos e de que podíamos tê-lo cometido. Se por outro lado o tivermos cometido no passado, lembremo-nos da nossa fragilidade para que a benevolência e não o ódio nos dite reprovação ou censura. Venha o culpado a tornar-se melhor ou pior com a nossa censura benévola – pois o resultado é incerto –, ficaremos ao menos seguros de que o nosso olhar se manteve puro. Mas se na introspecção descobrirmos em nós o mesmo defeito que pretendemos repreender, em vez de admoestar com reprimendas o culpado, choremos com ele; não lhe peçamos que nos obedeça, mas que partilhe o nosso esforço.